terça-feira, 20 de fevereiro de 2018

Trem liberal do empresário Flávio Rocha estaciona em Natal nesta quarta-feira. Liderado pelo CEO do Grupo Riachuelo, o movimento foi lançado em janeiro, a partir da leitura de um manifesto em Nova York, durante a maior feira de varejo do mundo

ELEIÇÕES 2018
 Flávio Rocha, CEO da Riachuelo
 Flávio Rocha, do Grupo Riachuelo, já antecipou: não é candidato à presidência da República

Um trem chamado Brasil 2000, operado pelo maquinista Flávio Rocha, chega a Natal nesta quarta-feira, 21. Às 19 horas, no teatro Riachuelo, ele fala para uma plateia de jovens e empresários entusiastas de sua agenda liberal.

O movimento foi lançado em janeiro, a partir da leitura de um manifesto em Nova York, durante a maior feira de varejo do mundo. CEO da Riachuelo, dona do Midway Mall, entre tantos outros negócios, Rocha está na seleta lista dos principais líderes empresariais do país.

A parada em Natal obedece a uma agenda na qual empresários e entidades são convocadas a se unir em torno de uma agenda economicamente liberal para tirar o país da crise profunda em que foi colocada por outra agenda, mais à esquerda, estatista, patrocinada por mais de 14 anos de governos do Partido dos Trabalhadores.

De fato, segundo Flávio Rocha, a única saída para o Brasil é o livre mercado.  “Agora é hora de mostrar que é possível um outro caminho. O próximo presidente governará o país de janeiro de 2019 até o final de 2022. Numa dessas coincidências mágicas, 2022 é exatamente o ano em que o país completará 200 anos do dia em que, às margens do Ipiranga, Pedro I deu o grito que tornou o Brasil uma nação independente de Portugal”, lembra o empresário.

Flávio Rocha não tem dúvida que começa a passar no País o “período nefasto de quase quinze anos, em que uma quadrilha saqueou o Brasil, aparelhou as instituições, usou bancos e obras públicas para enriquecimento privado numa proporção jamais vista”.

Ele aponta a “famigerada e insana Nova Matriz Econômica”, de 2009, como origem do “buraco que ainda levaremos muitos anos para sair”.

Em suas palestras e entrevistas, Flávio Rocha defende uma nova independência do Brasil: “É preciso tirar o Estado das costas da sociedade, do cidadão, dos empreendedores, que estão sufocados e não aguentam mais seu peso. Chegou o momento da independência de cada um de nós das garras governamentais”, profetiza.

Além de não ter vínculos partidários, o movimento Brasil 200 não tem fins políticos. Entre os objetivos defendidos em seu ideário está, principalmente, principalmente, a defesa do livre mercado, a redução da intervenção do Estado na economia e a defesa dos valores conservadores.

Considerado por muitos um nome a ser considerado para a presidência da República, Flávio Rocha diz com todas as letras que não tem filiação partidária e não é candidato às eleições de 2018.

(AgoraRN)

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